OM MANI PADME HUM

“As pessoas ficam doentes física e mentalmente. Para alguns, a vida é apenas um retardo para a morte; para outros, a morte é mais bem-vinda que a vida. Alguns levam uma vida miserável, incapazes de encarar a morte; outros se suicidam, por serem incapazes de encarar a vida. Estas experiências fazem você crescer por dentro. Se Deus não fez este mundo apenas para o sofrimento, e, se houver algo mais (e eu intuitivamente pressinto isso), eu o descobrirei."

Swami Sivananda

terça-feira, 22 de abril de 2014

Mensagem Para o Fim de Semana

"Brilha mais claramente o Conhecimento em mentes onde o ego faz menos sombra."
Tales Nunes

"O ego é a bota de desgastamos no espinhoso caminho da espiritualidade." Dalai Lama


sexta-feira, 4 de abril de 2014



SAWABONA


Há uma tribo africana que tem um costume muito bonito. Quando alguém faz algo prejudicial e errado, eles levam a pessoa para o centro da aldeia, e toda a tribo vem e o rodeia. Durante dois dias, eles vão dizer ao homem todas as coisas boas… que ele já fez.

A tribo acredita que cada ser humano vem ao mundo como um ser bom, cada um de nós desejando segurança, amor, paz, felicidade.

Mas às vezes, na busca dessas coisas, as pessoas cometem erros. A comunidade enxerga aqueles erros como um grito de socorro. Eles se unem então para erguê-lo, para reconectá-lo com sua verdadeira natureza, para lembrá-lo quem ele realmente é, até que ele se lembre totalmente da verdade da qual ele tinha se desconectado temporariamente:

“Eu sou bom”
Sawabona Shikoba!

SAWABONA, é um cumprimento usado na África do Sul e quer dizer:
“EU TE RESPEITO, EU TE VALORIZO, VOCÊ É IMPORTANTE PARA MIM"

Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA, que é:
"ENTÃO EU EXISTO PRA VOCÊ"

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Quando a Ciência se Aproxima da Espiritualidade!

“Anestesiamos a vulnerabilidade. Vivemos num mundo vulnerável, mas a forma como lidamos com isso é anestesiar a vulnerabilidade; porque  a vulnerabilidade é o centro da vergonha e do medo, e da nossa luta por merecimento. Mas, parece que também é a origem da alegria, da criatividade, do pertencimento, do amor. Você não pode seletivamente anestesiar emoções. Não é possível dizer: aqui está a parte ruim, aqui está a dor, aqui está a vergonha, aqui está o medo, aqui está o desapontamento e eu não quero sentir isso, então, vou tomar umas cervejas... Você não consegue anestesiar esses sentimentos pesados sem anestesiar os outros sentimentos, nossas boas emoções. Você não pode anestesiar seletivamente. Assim, quando anestesiamos os sentimentos não desejados, anestesiamos também a alegria, a gratidão, a felicidade. E ficamos infelizes, procurando por propósito e sentido, e nos sentimos vulneráveis, e tomamos uma cerveja... E isso se torna um ciclo perigoso.

O jeito é nos deixarmos ser vistos, vistos profundamente, vistos vulneravelmente, amar com todo o coração mesmo que não haja garantia, praticar gratidão e alegria, e acreditarmos que somos suficientes, pois quando despertamos o sentimento de “sou suficiente”, paramos de gritar e começamos a escutar, somos mais bondosos e gentis com as pessoas ao nosso redor e conosco.”
Brene Brown



sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Educação: A visão de Sri Aurobindo, formulada em termos prático-vivencias por Mira Alfassa, A Mãe!


Foto: Love you Maa 
"A princípio, amamos apenas quando somos amados. A seguir, amamos espontaneamente, mas queremos ser amados em troca. Mais tarde, amamos mesmo se não somos amados, mas ainda assim queremos que nosso amor seja aceito. E, finalmente, amamos pura e simplesmente, sem nenhuma outra necessidade ou alegria que a de amar." 
A Mãe
Segundo a Mãe, a Educação deveria abranger os cinco principais componentes do ser humano: o físico, o vital, o mental, o psíquico e o espiritual. A educação integral visaria "a realização simultânea de dois movimentos interligados: de um lado, o ajudar o ser a encontrar sua lei de crescimento característica e missão central e caminho, e crescer em conformidade com eles; junto com isso fazê-lo ver e com força sentir a unidade que tudo forma e como cada um de nós, integrando esta unidade, é um de seus múltiplos elementos, minúsculo em relação à imensidade do Todo e, no entanto, indispensável para seu existir..." (Rolf Gelewski, 1977).

Os Três Princípios Educacionais de Sri Aurobindo:

Primeiro Princípio: Nada pode ser ensinado. O professor não é um instrutor ou um mestre de tarefas, ele é alguém que ajuda e guia.

Segundo Princípio: A mente tem que ser consultada em seu próprio crescimento.

Terceiro Princípio: Trabalhar a partir do que está perto para o que está distante, a partir do que é para o que deve ser.

“O primeiro princípio do ensinar verdadeiro é que nada pode ser ensinado. O professor não é um instrutor ou um mestre de tarefas, ele é alguém que ajuda e guia. Sua tarefa é sugerir e não impor. Ele, no fundo, não treina a mente do aluno, apenas lhe mostra como aperfeiçoar seus instrumentos de conhecimento, e o ajuda e encoraja no processo. Ele não lhe transmite conhecimento, ele lhe mostra como adquirir conhecimento por si mesmo. Ele não faz aparecer o conhecimento que está dentro, apenas lhe mostra onde se situa e como se pode habituá-lo a subir à superfície. A distinção que reserva este princípio ao ensino das mentes adolescentes e adultas e nega sua aplicação à criança, é uma doutrina conservadora e não inteligente. Criança ou homem, menino ou menina, há somente um princípio sadio de bom ensino. A diferença de idade serve apenas para diminuir ou aumentar a quantidade de ajuda e guiança necessárias; não muda sua natureza.”

“O segundo princípio é que a mente tem que ser consultada em seu próprio crescimento. A idéia de martelar a criança até ela chegar a forma desejada pelo pai ou pelo professor é uma superstição bárbara e ignorante. É ela própria que deve ser levada a expandir-se de acordo com sua própria natureza. Não pode haver erro maior do que o pai estabelecer de antemão que seu filho deve desenvolver qualidades, capacidades, idéias, virtudes particulares, ou ser preparado para uma carreira preestabelecida. Forçar a natureza a abandonar seu próprio dharma é causar-lhe um mal permanente, mutilar seu crescimento e desfigurar sua perfeição. É uma tirania egoística sobre uma alma humana e um ferimento à nação, que perde o benefício do melhor que um homem poderia ter dado a ela, e em vez disto é forçada a aceitar algo imperfeito e artificial, de segunda mão, padronizado e comum. Cada um tem em si algo divino, algo bem seu, uma chance de perfeição e força em uma esfera por menor que seja, que Deus oferece a ele para pegar ou recusar. A tarefa é encontrar isto e desenvolvê-lo e usá-lo. O objetivo principal da educação deveria ser ajudar a alma em crescimento a extrair de si o melhor e torná-lo perfeito para um uso nobre.”

“O terceiro princípio da educação é trabalhar a partir do que está perto para o que está distante, a partir do que é para o que deve ser. A base da natureza de um homem é quase sempre, em acréscimo ao passado de sua alma, sua hereditariedade, seu ambiente, sua nacionalidade, seu país, o solo do qual ele tira sustento, o ar que ele respira, as paisagens, os sons, os hábitos a que ele está acostumado. Apesar de insensivelmente, eles não o moldam menos poderosamente, e é disto, pois, que temos que começar. Não devemos arrancar a natureza pelas raízes da terra em que ela deve crescer, ou rodear a mente com imagens e idéias de uma vida que é estranha a esta em que ela deve fisicamente se mover. Se alguma coisa tem que ser introduzida de fora, ela deve ser oferecida, e não forçada sobre a mente. Um crescimento livre e natural é a condição do desenvolvimento genuíno. Existem almas que naturalmente se revoltam contra seu ambiente e parecem pertencer a outra idade e clima. Que elas sejam livres para seguir sua inclinação; mas a maioria enfraquece, torna-se vazia, torna-se artificial, se artificialmente adaptada ao molde de uma forma estranha. É o arranjo de Deus que elas pertençam a uma nação, época, sociedade particulares, que elas sejam crianças do passado, possuidoras do presente, criadoras do futuro. O passado é nossa base, o presente nosso material, e o futuro é nosso objetivo e cume.”

sábado, 23 de novembro de 2013

Quando Todas as Frentes de Busca pelo Autoconhecimento Estão Embasadas na Verdade e Boa Fé, Falam a Mesma Língua!